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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sargento Gonzaguinha e os lindões da água

Isso sem contar com o montão de policiais que mandaram muito bem... e nem tenho esses papos de farda, mas o que é certo, é certo, né! Beleza reconhecida e inspiração para as meninas. A gente agradece!
Quando chega dezembro, as opções de corridas que escapam dos 10 Km são poucas, aqui em Sampa restaram duas: a tradicional Sargento Gonzaguinha e a São Silvestre. Ambas de 15 Km, embora muito gente ache que a São Silvestre é uma Maratona... pasme!!! 
Então, ainda falando das corridas, ambas são tradicionais e com percursos bastante interessantes. A primeira, com preço justo e kit coerente, tem um percurso bem bacana lá para os lados da zona Norte e é bem organizada, já a segunda é só festa, cara pra burro, lotada, falta água e o percurso também é bem legal (a pesar de gostar muito mais do antigo...).

Mas vamos ao que interessa. Neste domingo, 7 de dezembro aconteceu a tradicional "48a. Corrida Sargento Gonzaguinha/Corrida de São Paulo". Nunca tinha tido a oportunidade de correr esta prova. Meu, gostei muuuuuuuito, recomendo e ano que vem estarei por lá!!!
Uma coisa que pega super bem, é o cuidado que o organizador tem com o corredor: pessoal que cuida dos filhos (isso ajuda pra caramba!!!) e possibilidades de estacionamento (inclusive não paguei para estacionar). Sem contar com o preço justo.
O percurso é show, do jeito que eu gosto. Dá uma olhada!

A prova presta homenagem a Luiz Gonzaga Rodrigues, sargento da Polícia Militar e nome importante do atletismo nacional na década de 40, que tinha o apelido de Sargento Gonzaguinha. Campeão brasileiro e recordista em diversas provas de meia-distância, Gonzaguinha foi duas vezes vice-campeão da São Silvestre.
Recomendo.
Ivs

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

E o tic tic tac do meu coração...

Depois do tênis (claro!), o acessório que considero mais importante, é o frequencímetro ou também conhecido como monitor cardíaco (existem mais um monte de outros nomes).


 

Para quem não sabe, o “frequencímetro é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico” (Wikipedia). Ihhh, não deu para entender nada, né!!! Tá bom, vou explicar melhor.

Os monitores são divididos em duas partes:
   • cinta peitoral (transmissor)
   • relógio de pulso (receptor)


E o que acontece??? Este receptor detecta o sinal ECG (batidinhas do seu coraçãozinho...) e o transmite através de uma onda electromagnética para o receptor, onde essa informação é digitalizada e exibida.
No mercado existem várias marcas com váááááários modelos. Desde o mais simples, até outros com GPS ou pedômetro. Eu utilizo o meu com GPS.

Mas para que serve afinal?Estes monitores são uma ajuda simples e bastante efetiva ao treinamento, porque executarmos o exercício, a frequência cardíaca vai subindo de acordo com a intensidade do treino. A informação permite-nos controlar o nosso desempenho durante o exercício, treinar num ritmo ideal, e o progresso pode ser acompanhado e medido, aumentando a motivação. Geralmente é possível receber um alerta sobre os limites de segurança máximo e mínimo baseados na nossa idade. 



Como é essa história de frequencia cardíaca? Segundo pesquisas (no caso as minhas), a intensidade recomendada para exercícios aeróbicos é de até 90% do máximo de seu ritmo cardíaco. Para melhores resultados nos exercicios aerobicos, o coração precisa permanecer neste ritmo por pelo menos 20 a 30 minutos.


Você deve estar se perguntando “E como calcular isso?”. Aêêê... Boa pergunta! Para encontrar a sua freqüência cardíaca máxima (FCM), subtraia de 220 a sua idade. Por exemplo, se você tiver 20 anos. A conta será: 
220 - 20 = 200. 

Se você tiver que treinar entre 60 e 75% da sua FCM, multiplique 200 por 0,6. O resultado é o limite inferior, ou seja, 120 batimentos por minuto. Agora, multiplique 200 por 0,75, para achar o limite superior: 150 batimentos por minuto. Isso significa que durante a atividade você deve manter a freqüência cardíaca ou o seu coração batendo entre 120 até 150 vezes em um minuto, aumentando ou diminuindo o ritmo conforme o batimento.

E cuide do seu coração! E não se esqueça sempre de consultar um médico antes de iniciar qualquer atividade física!

E vamos torcer para cair uma chuvinha...

Ivs

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Catingão!!!

Sabe as vezes que você está em uma largada e de repente vem aquele catingão de CC e aí você pensa, "caraca, logo cedo! Imegine depois da corrida?"? Ou quando você veste sua linda camiseta de dry fit e pensa de novo, "acho que não lavaram (ou lavei) direito..."? Ou ainda, por que é que as vezes a gente acha que o nosso suor está mais forte?

Então, estava lendo um site chamado Gizmodo (que é bem legal) e obtive as respostas...

Senta que lá vem a história...

"Por que roupas de tecido sintético cheiram tão mal quando ficam molhadas de suor?

Se você faz exercício físico, suas roupas vão ficar suadas e fedidas. Mas você já reparou que algumas roupas têm um odor mais forte que outras? É porque, como a ciência mostra, roupas sintéticas criam o ambiente perfeito para as bactérias fedorentas do suor.
No estudo, publicado na revista Applied and Environmental Microbiology, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Gante (Bélgica) analisou o odor relativo de diferentes roupas encharcadas de suor.
Vinte e seis voluntários, divididos igualmente entre homens e mulheres, usaram roupas de academia feitas de algodão, poliéster ou uma combinação algodão/tecido sintético. Eles então se exercitaram em uma sessão de spinning de uma hora. Após o exercício, suas roupas permeadas de suor foram colocadas em sacos individuais, hermeticamente fechados, de um dia para o outro.
No dia seguinte, narizes treinados (e muito azarados) avaliaram as roupas ensacadas, da menos fedida à mais desagradável. E segundo a Scientific American, “as camisas de poliéster tinham um cheiro maior de mofo, de azedo e de amônia que o algodão”.
Você já deve saber disso por experiência própria. Mas por que isso acontece? Há uma razão científica fascinante para isso.
A análise de DNA mostrou que as bactérias mais comuns presentes no tecido pertenciam à família Micrococcus. Este tipo de bactéria tem apenas um papel secundário no suor humano, e elas não gostam de algodão.
Mas o tecido sintético respirável, que ajuda a reduzir o suor, infelizmente fornece um lar perfeito para o Micrococcus. Nos espaços entre os fios, as bactérias ingerem os ácidos graxos presentes no suor, transformando-os em compostos que são muito mais fedorentos do que sua transpiração normal.

Agora você sabe por que suas roupas de ginástica têm um cheiro forte no dia seguinte. Os tecidos sintéticos podem ser ótimos para retirar o suor do seu corpo, mas depois que seu treino acabar, eles se tornam um verdadeiro buffet de bactérias que transformam o suor em algo pior. [Scientific American]!"

Legal, né? Mas ainda prefiro a boa e velha dry fit!!!

:)

Ivs