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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Antes que 2015 vá para o saco...

2015 está sendo um ano bastante interessante: trabalhoso, cansativo e muito, mas muito corrido!

E como tudo passa muito e muitas coisas e tal, o bloguinho maravilha, nós gostamos de você fica ali meio que esquecido e cheio de pó... Uma pena... Adoro esse papo de Blogue, foi dele (se bem que não é esse exatamente...) que acabei conhecendo pessoas bastante legais. Que, aliás estou com muita saudades de vocês!!! Mas acho que posso falar disso depois...

Vamos ao 2015...

Do jeito que comecei o post, parece até que o ano foi ruim, só que nããããããooooooooo... mas tem sido cansativo, trabalhoso, corrido e ainda não ganhei na mega sena. As coisas de sempre continuam quase na mesma, as crianças crescendo e cada vez mais lindas e inteligentes (corujona, eu sei), a empresa passando por grandes mudanças, a crise deixando a gente cada vez mais pobre, enfim, nada de mais. E nem posso reclamar!

Correr tem sido bom demais da conta, sô!!!! Não fiz muitas provas, mas todas de grande qualidade!!! e ainda não acabou, "porque o melhor da vida ainda vai começar"... sempre!!!! Quanto mais a gente corre, mais idéias malucas surgem na nossa cachola... e eu estou cheia delas... parte até dá para fazer, mas outras falta tutu...

Já que a intenção inicial do post era falar de corrida, olha que coisa mais linda e cheia de graça!!! Só pela imagem já se pode deduzir que foram muitos quilometra rodados, muito mais em treinos do que em provas...


Estava comentando esses dias que para mim a corrida está muito além do esporte. Até começa pela qualidade de vida, manter o shape na linha, o barato da endorfina e o principal, SENTIR-SE VIVO. Isso mesmo, a gente que vive meio no automático reagindo de acordo com o relógio, correr faz te traz as sensações do estar vivo: calor, frio, sede, cansaço, vento no rosto, alegria e tudo o mais que você possa imaginar. Bom, cada um é cada um, né?















Isso foi só um pouquinho...

Antes de continuar, preciso dar os créditos aos sites http://olhonoatleta.com.br/, http://www.midiasport.com.br e http://www.soyfinisher.com, sem eles muitos momentos ficariam só na lembrança.

E foi assim, no calor, frio, chuva, na lama, cedinho, tarde, mais rápido, mais devagar, com amigo, sozinha e com a minha filha linda, que além de terminar a Maratona de Santiago comigo, fez os seus primeiros 5 Km de pura alegria e toda colorida!!!

Claro que nem tudo foram flores, tiveram uns momentos tensos que tive que parar e dar uma estruturada, parada, meditada e mudada, mas a gente nunca pode deixar se abater e sempre temos que seguir em frente. Comecei o ano em uma assessoria e agora estou em outra... porque mudar faz bem, muito bem.



E é isso aí!

Ivana



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Já deu a sua alongadinha hoje???

Existem duas coisas que me dão uma preguiça monstro: acordar cedo para trabalhar e alongar. Como sempre reclamo ao acordar cedo pra trabalhar e ninguém mais me dá ouvidos, mas alongar... isso eu nem posso reclamar e com a cara mais deslavada sempre dou um perdido. Vixe!


Mas por que alongar? De acordo com pesquisas feitas pelo meu bom e velho amigo Mr Google, encontrei uma listinha:
  • reduz tensões musculares
  • reduz a ansiedade
  • reduz o estresse 
  • reduz a fadiga
  • aumenta a elasticidade muscular
  • relaxa
  • ativa a circulação
  • melhora a postura 
  • melhora a performance na maioria das modalidades esportivas
  • restaura a amplitude de movimento normal na articulação 
  • previne o encurtamento ou tensionamento de grupos musculares.
  • aumenta a amplitude de movimento de uma área particular do corpo ou corporal de forma geral antes de iniciar os exercícios de fortalecimento
Nooooooossa!!!

Agora, uma coisa é certa, nada e nem ninguém garante que a prática de alongamentos irá prevenir um sujeito de se lesionar... Hã? Hã? Tá, eu sei que isso é bastante polêmico, mas fazer o que, né!!! Afinal estamos aqui para perturbar a ordem... kkkkk

O C.D.C- Center for Desease Control and Prevention, em Atlanta (USA), realizou uma metanálise para verificar o impacto do alongamento no risco de lesões esportivas. A pesquisa analisou cerca de 350 artigos que tratavam de alongamento e lesões, e concluiu que não havia evidências suficientes que apoiassem ou suspendessem o treino de alongamento pré e pós-exercício com intuito de prevenir lesões entre os atletas. Hã??? bem, parece que se bem não fizer, mal também não!

Mas, a verdade é que é importante alongar pois quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior a sua flexibilidade. E depois com a vida atribulada, posturas incorretas, estresse diário e a não alongar, a gente pode ter estruturas do corpo comprometidas pelo desalinhamento ou sobrecarga que sofrem. Com os músculos tensos ou encurtados, não haverá amplitude normal de movimentos, nem uma boa circulação sangüínea, além de causar desconfortos e até dores. Está aí um bom motivo, né!

Aí vai alguma dicas:
  • se não souber alongar, esqueça!!! É melhor procurar um profissional da área para obter ajuda. Os alongamentos são fáceis, mas quando realizados de forma incorreta podem, na realidade, fazer mais mal do que bem. 
  • escolha posições seguras para realizá-los mantendo a postura correta. Preste a atenção, hein!
  • alongue-se até sentir uma sensação de tensão (eu disse tensão e não dor insuportável... entendeu?). Se por acaso sentir dor insuportável, é melhor dar uma relaxadinha na posição para evitar outros problemas musculares. Não se esqueça que todos temos limites e é bom respeitá-los! O ideal é aumentar lentamente a intensidade dos exercícios.
  • mantenha o alongamento de 10-60 segundos por articulação. 
  • faça um pré-aquecimento (pode ser uma pequena caminhada ou uma pedalada de 5-10 min antes de realizá-los .Os melhores resultados ocorrem quando eles estão mais estimulados, fazendo também no resfriamento após os exercícios.
  • mantenha uma regularidade de 3-5 vezes por semana para obter bons resultados.
  • ah, as vezes pode parecer impossível, mas respire! Você consegue!!!
Todos os ortopedistas, fisioterapeuta e treinador me disseram para alongar, e muito! Juro que eu tento!

E aí, que tal uma alongadinha?

Ivs

P.S.: Você alcança o seu pé??? Ou está dificil???

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

E o tic tic tac do meu coração...

Depois do tênis (claro!), o acessório que considero mais importante, é o frequencímetro ou também conhecido como monitor cardíaco (existem mais um monte de outros nomes).


 

Para quem não sabe, o “frequencímetro é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico” (Wikipedia). Ihhh, não deu para entender nada, né!!! Tá bom, vou explicar melhor.

Os monitores são divididos em duas partes:
   • cinta peitoral (transmissor)
   • relógio de pulso (receptor)


E o que acontece??? Este receptor detecta o sinal ECG (batidinhas do seu coraçãozinho...) e o transmite através de uma onda electromagnética para o receptor, onde essa informação é digitalizada e exibida.
No mercado existem várias marcas com váááááários modelos. Desde o mais simples, até outros com GPS ou pedômetro. Eu utilizo o meu com GPS.

Mas para que serve afinal?Estes monitores são uma ajuda simples e bastante efetiva ao treinamento, porque executarmos o exercício, a frequência cardíaca vai subindo de acordo com a intensidade do treino. A informação permite-nos controlar o nosso desempenho durante o exercício, treinar num ritmo ideal, e o progresso pode ser acompanhado e medido, aumentando a motivação. Geralmente é possível receber um alerta sobre os limites de segurança máximo e mínimo baseados na nossa idade. 



Como é essa história de frequencia cardíaca? Segundo pesquisas (no caso as minhas), a intensidade recomendada para exercícios aeróbicos é de até 90% do máximo de seu ritmo cardíaco. Para melhores resultados nos exercicios aerobicos, o coração precisa permanecer neste ritmo por pelo menos 20 a 30 minutos.


Você deve estar se perguntando “E como calcular isso?”. Aêêê... Boa pergunta! Para encontrar a sua freqüência cardíaca máxima (FCM), subtraia de 220 a sua idade. Por exemplo, se você tiver 20 anos. A conta será: 
220 - 20 = 200. 

Se você tiver que treinar entre 60 e 75% da sua FCM, multiplique 200 por 0,6. O resultado é o limite inferior, ou seja, 120 batimentos por minuto. Agora, multiplique 200 por 0,75, para achar o limite superior: 150 batimentos por minuto. Isso significa que durante a atividade você deve manter a freqüência cardíaca ou o seu coração batendo entre 120 até 150 vezes em um minuto, aumentando ou diminuindo o ritmo conforme o batimento.

E cuide do seu coração! E não se esqueça sempre de consultar um médico antes de iniciar qualquer atividade física!

E vamos torcer para cair uma chuvinha...

Ivs

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Qual é a da lactose???



Outro dia fui à nutricionista e ela veio com um papo de que eu teria de ficar uns 40 dias sem nada de leite e seus derivados... meu, travei total!!! Como assim ficar sem o delicioso leite com Ovomaltine de todos os dias, sem contar o requeijão, queijos, creme de ricota... morri!!!

Aí reclamei, disse que não tinha intolerância e perguntei o por que deste corte tão radical. Aí ela me explicou todos os problemas da lactose, falou que era uma enzinha difícil de ser quebrada pelo organismo, que por conta disso poderia dar diarreias, inchaço abdominal, gastrite e mais um montão de coisas.


Ensaiei, tentei, ensaiei de novo...

Então decidi pesquisar:

"Quando nascemos estamos aptos a digerir um açúcar encontrado no leite e em produtos lácteos em geral, chamado lactose. Esse açúcar quando ingerido sofre uma digestão por meio de uma enzima chamada lactase. Ela é responsável por quebrar a lactose em glicose para ser absorvida pelo intestino delgado e quando não ocorre esse processo, alguns sintomas como diarreia, flatulência, dores de barriga e inchaço no abdômen aparecem. Ou seja, a principal característica dessa patologia é quando a lactase é pouco produzida ou não está presente no nosso organismo. Essa intolerância pode ser genética ou surgir em decorrência de outras situações, como: cirurgia intestinal, infecções do intestino delgado causadas por vírus ou bactérias, que podem afetar as células do revestimento do intestino (geralmente em crianças), e doenças intestinais, como a doença celíaca.
A intensidade dos sintomas dependerá da quantidade de lactose ingerida e da quantidade de lactose que seu organismo tolera. Algumas pessoas são mais tolerantes do que outras, por isso alguns queijos, leites com baixo teor de lactose, iogurtes e leite fermentados podem ser consumidos por portadores do distúrbio, sem sentir sintomas muito severos da doença. O diagnóstico é determinado através dos sintomas citados e de exames clínicos.
Diferente da intolerância à lactose, a alergia à proteína do leite afeta em torno de 2% e 7,5% de crianças e é definida como uma reação adversa contra antígenos do leite de vaca. Na alergia ao leite, o sistema imunológico identifica as proteínas do leite de vaca como um agente agressor, o que ocasiona diarreia, gases, cólicas, distensão abdominal, lesões na pele, dificuldade de respirar, pequeno sangramento intestinal, entre outros. Esses sintomas mais comuns aparecem nos primeiros meses de vida e podem se desenvolver até os 3 anos de idade, diminuindo ou não com o passar dos anos.
Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada.

Existem três tipos de intolerância à lactose.
Deficiência congênita da enzima: é um defeito genético raro, no qual alguns recém-nascidos, principalmente prematuros, nascem sem a capacidade de produzir lactose. Nesse caso a intolerância à lactose é permanente.
Diminuição enzimática secundária a doenças intestinais: bastante comum no primeiro ano de vida. Nesse caso, a criança tem uma deficiência temporária da enzima, devido à morte das células da mucosa intestinal, produtoras da lactase, principalmente quando há diarreia persistente. Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária até que essas células sejam repostas. Não existe um tempo exato para que isso ocorra, pois depende da resposta do organismo de cada pessoa.
Deficiência primária ou ontogenética: a mais comum na população. Com o decorrer da vida, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase a que qualquer adulto, sem idade exata, está sujeito.

A intolerância à lactose não é uma doença. É uma carência do organismo que pode ser controlada com dieta e medicamentos. No início, a proposta é suspender a ingestão de leite e derivados da dieta a fim de promover o alívio dos sintomas. Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos. Essa conduta terapêutica tem como objetivo manter a oferta de cálcio na alimentação, nutriente que, junto com a vitamina D, é indispensável para a formação de massa óssea saudável. Suplementos com lactase e leites modificados com baixo teor de lactose são úteis para manter o aporte de cálcio, quando a quantidade de leite ingerido for insuficiente.
Pessoa que desenvolveu intolerância à lactose pode levar vida absolutamente normal desde que siga a dieta adequada e evite o consumo de leite e derivados além da quantidade tolerada pelo organismo.


(http://drauziovarella.com.br/letras/l/intolerancia-a-lactose/, http://pt.wikipedia.org/wiki/Lactose,http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/intolerancia-a-lactose.aspx )"

Dureza...

Continuei ensaiando...

Os produtos de soja não rolou muito bem... para falar a verdade não gostei nada.

Um certo dia estava lá no Face, e vi que ma das pessoas estava usando produtos LACFREE... foi libertador!!! Perguntei a marca e fui atras. São laticínios sem lactose.

Recomendo. São da marca Verde Campo, e nem são tão caros assim. Vale muito a pena.

Você deve estar se perguntando se estou totalmente "lacfree"... então, a resposta é não. Juro que estou tentando. Diminui muito e tem dia que não consumo nada com lactose. O legal é que percebi a diminuição do inchaço abdominal. Vale a pena, viu!

Ivs